João Pessoa, 14 de December de 2017
Esportes
06/08/2017 as 10:38min - PB Agora
Escotismo: Atualmente estão em atividade 1.200 escoteiros na PB

 Ser voluntário e estar sempre preparado são lemas que alertam aqueles que desejam ser escoteiro e participar de atividades sociais e cívicas, com a promessa de fazer o melhor possível para cumprir seus deveres para com Deus e a Pátria, ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião e obedecer à Lei Escoteira.

De acordo com dados recentes, a criação do escotismo na Paraíba data de 1933. Atualmente existem 21 grupos no Estado, instalados em João Pessoa (8), Campina Grande (5) e uma unidade nas cidades de Piancó, Solânea, Araruna, Patos, Boa Ventura, Bananeiras, Itaporanga e outra na comunidade de Engenheiro Ávidos, na região de Cajazeiras, totalizando 1.200 escoteiros. O escotismo, fundado por Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell em 1907, é um movimento mundial, educacional, voluntariado, apartidário e sem fins lucrativos. A sua proposta é o desenvolvimento do jovem, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei Escoteira, e através da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, fazendo com que o jovem assuma seu próprio crescimento, tornando- se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.

Segundo Christian Ubiratan, presidente da União dos Escoteiros do Brasil, na Paraíba, para ser escoteiro é preciso ter idade mínima de 6 anos e seis meses, uma orientação espiritual (não importa a crença) e vontade de fazer o diferente. Para o adulto, é necessário ter disposição para o voluntariado. “Hoje temos associados com 96 anos’, comemora. Cada grupo realiza sua atividade independente. Em Piancó, normalmente no Parque de exposições; Campina Grande, na Fazenda Maria da Luz, e em João Pessoa, no Campo Escola, na Estrada da Penha, espaço doado pelo ministro José Américo de Almeida, em 1952 aos Escoteiros da Paraíba. “Além desses, existem outros espaços cedidos por amigos e simpatizantes do movimento – fazendas, granjas, clubes, que usamos para nossas atividades”, explica Christian. São atividade com participação de aproximadamente 200 pessoas, sendo o ELO com 500.


Redação

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