O Ministério Público Federal abriu inquérito para investigar irregularidades no funcionamento do serviço de Samu na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba, conforme publicação no Diário Eletrônico do MPF desta quinta-feira (10).

 

Segundo informações repassadas pelo MPF, representantes das cidades de Teixeira, Condado, Vista Serrana e Malta denunciaram que a Prefeitura de Patos, como um forma de melhorar o atendimento do Samu, criou postos avançados, conhecidos como bases descentralizadas, para as ambulâncias em cada um desses municípios mantidos com recursos da própria prefeitura.

 

Entretanto, a partir de 2017, a gestão municipal deixou de manter essas estruturas, fato que prejudicou o serviço do Samu nas cidades vizinhas a Patos. De acordo com o procurador do MPF em Patos, a instalação dos postos avançados, mesmo que tenham melhorado e agilizado o atendimento não são previstos pelo Ministério da Saúde, se configurando, portanto, em estruturas informais.

O coordenador do Samu de Patos, Soemani dos Santos, disse que essa denúncia é da gestão passada e que nessa gestão não se tem conhecimento amplo do que aconteceu. “Esses postos avançados existem porque o Samu de Patos é quem regula essas cidades. Sei que em Teixeira continua usando, mas só o secretário de Saúde é que sabe dizer mais detalhes”, disse ele.

 

Redação

 


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