Principal causa de morte natural no Brasil e no mundo, as doenças cardíacas ocorrem de modo silencioso e podem ser intensificadas por estresse e problemas emocionais. De acordo com dados recentes da Organização Mundial de Saúde, mais de 300 mil pessoas morreram em decorrência de doenças do coração. Na Paraíba, até outubro de 2018, 27 pessoas tiveram morte súbita e 35 faleceram após sintomas de arritmia cardíaca, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Na Paraíba, Giusepe Medeiros, filho do presidente Fecomércio, Marconi Medeiros, foi mais uma vítima de infarto fulminante no Estado. O executivo veio a óbito no dia 2 deste mês, após uma parada cardíaca. No ano passado, o cronista esportivo Sérgio Taurino faleceu enquanto fazia caminhada na orla do Cabo Branco, em João Pessoa, também em decorrência de um mal súbito. Giusepe e Sérgio representam apenas 0,2% das pessoa que entraram diariamente para a estatística dos óbitos por doenças cardíacas.

A arritmia cardíaca, doença causada pela modificação do ritmo cardíaco, acomete mais de 20 milhões de brasileiros e é responsável pela morte de mais de 320 mil pessoas todos os anos, devido ao mal súbito. A doença ocorre quando há alterações na propagação ou formação do impulso elétrico do coração que modificam o ritmo normal. A doença pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais incidentes em pessoas acima de 60 anos e com hábitos não saudáveis.

O ritmo normal das batidas do coração está entre 60 e 100 por minuto e as batidas irregulares podem causar falta de ar, tontura e até desmaio, podendo ser classificadas em taquicardias (aceleração do coração batimento cardíaco) e bradicardias (batidas lentas).

Pessoas diagnosticadas com essas irregularidades estão no grupo de risco para desenvolver outras doenças no coração, assim como parada cardíaca e a morte súbita. A morte súbita ocorre de forma instantânea, em pessoas doentes e aparentemente saudáveis. A vítima é atingida de forma inesperada, após a perda da função do músculo cardíaco, geralmente associada a um aumento no tamanho do músculo cardíaco ou quando as células do músculo morrem e são substituídas por células gordurosas. A troca não é ligada à má alimentação. A morte súbita é comum em bebês no primeiro ano de vida, principalmente próximo ao terceiro e quarto meses.

 

Redação

 


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